quinta-feira, julho 24, 2008
Confirma-se. Obra-Prima.
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sábado, julho 19, 2008
Os Músicos de Manchester
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sexta-feira, julho 18, 2008
Se tiver nem que seja um terço da qualidade do comic...
Trailer da adaptação cinematográfica de "Watchmen", frequentemente considerada a melhor BD de todos os tempos... não sei se o é de facto, mas é de longe das mais grandiosas obras literárias (raios, das mais grandiosas obras artísticas!) que os meus olhos (e restantes sentidos) já viram. Arrebatador em todos os sentidos, é algo que deve ser lido por absolutamente todos. E um murro na face daqueles que acreditam que a BD não é arte...
Não gostei de "300", mas esta adaptação de "Watchmen" parece ser, no mínimo, francamente interessante. Não peço uma adaptaçao digna... apenas peço um bom filme.
E isso, pelo trailer, parece que talvez venhamos mesmo a ter...
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quinta-feira, julho 10, 2008
Estive aqui, e foi incrível...
O dia 6 de Junho foi memorável por todos os concertos... mas nenhuma banda igualou os grandes senhores do rock que são os Muse, que me proporcionaram das mais espectaculares experiências que jamais tive até hoje. Indescritível.
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segunda-feira, julho 07, 2008
O Coração da Imagem
Speed Racer é, pois, tecnicamente magnífico (desde o bom trabalho de Hirsch até à bela banda-sonora de Giacchino), único (confirmação da mente visionária dos Wachowski... já mencionei que sou dos poucos que adorou toda a trilogia Matrix?), tem um grande e belo coração e é, quanto a mim, dos filmes que mais recordarei com afecto quando este ano cinematográfico tiver passado. Não sei se será o melhor blockbuster do ano (veremos no final do Verão... e ainda vamos ter o Wall-E...), mas será sem dúvida, no mínimo dos mínimos, o mais único e o mais ambicioso.
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domingo, julho 06, 2008
sexta-feira, junho 27, 2008
Como deveria ter sido (ou não...) I
Não têm de ser necessariamente finais alternativos verdadeiros... apenas têm de ser muito, muito bons... ou muito cómicos.
Final alternativo de Silence of the Lambs:
Mais "alegre", não haja dúvida.
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domingo, junho 08, 2008
Pausa
Peço desculpa por não ter escrito nada ultimamente, mas o tempo não tem sido muito. E agora, com a aproximação dos exames, será ainda menor. Farei uma pausa nas próximas semanas no Cinefolia, e voltarei depois de realizadas as provas que irão definir a minha entrada (ou não-entrada) na faculdade de cinema.
Por agora, deixo-vos aqui um dos melhores momentos da noite de sexta que foi, para mim, uma das melhores que jamais tive.
Concerto incrível.
Até já!
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quinta-feira, maio 08, 2008
"Existence... what does it matter? The past is now part of my future, the present is well out of hand"
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quarta-feira, abril 30, 2008
"I need the old Blade Runner. I need your magic"
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sábado, abril 26, 2008
quarta-feira, abril 23, 2008
Ficção-Científica no seu melhor
"Ghost in the Shell" é considerado um clássico da animação japonesa (a anime). Foi, de facto, um dos filmes que mais ajudou a espalhar o fenómeno pelo mundo, ajudando a criar uma legião de fãs a este particular estilo de arte. Mas "Ghost in the Shell", de Mamoru Oshii (que também realizou "Avalon" um daqueles filmes que podemos chamar de "falhanço honrado e interessante") é, não só um clássico do anime, como também um clássico da Ficção-Científica cinematográfica. De facto, as suas personagens bem construídas e as suas ideias (filosóficas, como os japoneses bem nos habituaram) aliados a um estilo visual espectacular (pareceu-me por vezes bastante inspirado no "Blade Runner"... e é óbvio que "The Matrix" retirou daqui muita inspiração) criam uma obra verdadeiramente única e espectacular. Até me atrevo a dizer que é uma Obra-Prima (é que o raio do filme é mesmo bom!). Todo o universo criado é fabuloso, mas é a sua alma (as personagens, as ideias contidas na história, toda a trama...) que fazem de "Ghost in the Shell" um verdadeiro clássico. Datado de 1995, foi lançado nos Estados Unidos em 1996 nos cinemas, numa tentativa de captar a atenção das pessoas para o anime. Nos cinemas foi um pequeno fracasso, mas em DVD ganhou uma legião de fãs.
Além do filme, existe ainda a série (o filme e a série decorrem no mesmo universo, mas têm histórias diferentes... ou seja, é perfeitamente possível apreciar o filme sem ver a série (tal como eu fiz), tal como é perfeitamente possível apreciar a série sem ver o filme (ou filmes, já que existe uma sequela...)), que dura já há alguns anos e que tem um sucesso internacional enorme (por cá passou não há muito tempo na Sic Radical).
"Ghost in the Shell" é um clássico do cinema de Ficção-Científica, e deve ser visto como tal. E cimentou ainda mais a minha admiração pela arte que é o anime.
É simplesmente Ficção-Científica no seu melhor.
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sábado, abril 19, 2008
Instalem-se, sintam-se à vontade, mas tentem não deixar pipocas no chão.

E aqui vem um bocadito de publicidade que, desde que em boas doses e justificada, também não faz mal a ninguém.
Inaugurado recentemente, Fila-Jota é um novo site sobre cinema. E... enfim, deixo aqui o texto de apresentação do Renato Carreira, o criador:
"Fila-jota.com é um projecto que se assume como uma nova abordagem virtual ao mundo do cinema, assente na apreciação rigorosa, isenta e esclarecida dos filmes em cartaz e dos lançamentos em DVD, feita por quem gosta de cinema e destinada a quem gosta de cinema. Sem preconceitos, sem discriminação a priori de géneros, actores e realizadores e sem altivez intelectual. A todos os leitores, as nossas boas-vindas. Instalem-se, sintam-se à vontade, mas tentem não deixar pipocas no chão."
Visitem, instalem-se...
Eu próprio faço parte da equipa de colaboradores (olha! Ali estou eu!), e dou assim as boas-vindas a este site à comunidade cinéfila... e, já agora, agradeço o convite para me juntar à equipa.
Parte do que escrevo aqui (o que se puder aproveitar...) será, pois, também publicado no site... existindo obviamente um ou outro texto/trabalho que farei de propósito para Fila-Jota, e um ou outro texto/trabalho que farei de propósito para o Cinefolia.
"Instalem-se, sintam-se à vontade, mas tentem não deixar pipocas no chão."
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domingo, abril 13, 2008
MANTENHAM-SE BEM AFASTADOS
Mas meus amigos... desta vez foi indescritível. Previsível, sem a mínima graça, desprezível... o cérebro nem liga nem desliga, fica numa espécie de coma. Sejamos honestos, falar mal de um filme é bom. Dá prazer. Mas eu até me considero uma pessoa justa, e falo mal de um filme apenas quando considero o filme verdadeiramente... mau. E este é um dos casos.
"Fool's Gold" é uma "coisa". É... enfim, é mesmo uma "coisa". Além de ser possivelmente o pior filme que jamais vi numa sala de cinema (ainda que raramente veja maus filmes numa sala de cinema... tento ser selectivo, que o dinheiro e tempo escasseiam). Talvez seja eu que não tenha sentido de humor, não sei. Talvez tenha alguma coisa contra comédias românticas... ou contra o Matthew Mc-qualquer coisa, não sei. Mas houve mesmo alturas em que pensei em cometer suicídio com a palhinha do copo da pepsi.
"Fool's Gold" é dinheiro. Pega em todos os clichés existentes, e junta-os a todos num filme feito sem o mínimo amor. Até os próprios actores parecem lá estar mesmo só pelo dinheiro (oh Donald Sutherland... estavas assim tão desesperado? Enfim, pelo menos não és como o John Voight que entrou no "Bratz"...).
Não tem graça. Não capta minimamente a atenção. Não tem nenhum pormenor interessante que o salve. Nenhuma cena minimamente engraçada ou interessante. É um desastre. Um verdadeiro desastre. Péssimo. Além de péssimo. Se o Uwe Boll tivesse um irmão atrasado mental, e se esse irmão começasse a fazer comédias românticas... um dos seus filmes seria certamente este.
"Fool's Gold" não é um filme. É... não sei, é outra coisa qualquer.
E lição aprendida: em saídas de grupo, devo bater mais o pé na escolha do filme. Ainda que desta vez não podia fazer grande coisa... usaram o trunfo do "Gonçalo cala-te, que foi por tua causa que fomos todos ao cinema ver o "A Bússola Dourada"...". Mas ainda assim, esse filme foi bem melhorzinho...
(Nota: aposto que quando viram o título deste post pensaram que eu ia falar do novo do Coppola, não pensaram? Não, não... esse ainda não vi...).
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sábado, abril 05, 2008
Acontecimento cinematográfico do ano? Provável.
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sábado, março 29, 2008
Filmes subvalorizados I
Mas o filme não fez assim tanto dinheiro, a critica e o público não gostaram muito... e por isso mesmo agora reiniciaram a saga com um novo filme que reúne uma nova equipa e dá um novo olhar à história (trailer? Aqui!). Yap. O Hulk voltou. E tem um penteado novo. Muito anos 80.
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domingo, março 02, 2008
Perfeição
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quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Oh raios...
E segundo este artigo, os executivos da Universal, Marc Shmuger e David Linde, contrataram Greengrass e Damon para mais um capítulo.
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sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Persépolis em sessão especial no El Corte Inglês
NOS CINEMAS UCI – EL CORTE INGLÈS
Para assinalar a estreia de PERSÉPOLIS já no próximo dia 21 de Fevereiro, a Midas Filmes vai organizar uma sessão especial à meia-noite de sábado, 16 de Fevereiro, nos Cinemas UCI – El Corte Inglês para os primeiros espectadores a querer ver em primeira mão a tão aguardada animação nomeada para um Óscar nessa mesma categoria. Na compra de um bilhete receberão um outro gratuito para a mesma sessão.
Recorde-se que o filme, realizado por Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud, e baseado na obra autobiográfica de Satrapi, mergulha em 15 anos da história do Irão, da deposição do regime do Xá, em 1978 e tomada do poder pelos fundamentalistas islâmicos, passando pela guerra Irão-Iraque, e até 1993, momento em que a jovem heroína do filme, decide que, para ser livre e emancipada, tem que deixar o seu país natal.
A história de PERSÉPOLIS é-nos contada atrás dos olhos de Marjane, uma criança de 9 anos, que vive em Teerão no seio de uma família culta, não se separa dos seus ténis Adidas, tem Bruce Lee como seu herói pessoal e passa boa parte do seu tempo em longas conversas com Deus e Marx.
Com um delicado equilíbrio entre a tragédia histórica e a comédia familiar, e o drama e a sátira social, PERSÉPOLIS é exímio não apenas na sua abordagem delicada aos conturbados acontecimentos que assolaram o Irão neste período, mas também no olhar destemido que lança sobre temas como a liberdade e repressão, o preconceito e o fundamentalismo religioso, e a ignorância e a intolerância.
Saiba mais sobre o filme em www.midas-filmes.pt"
E mais uma vez (e eu que o diga, que tenho aqui a colecção Tarkovsky...), obrigado à distribuidora Midas!
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quinta-feira, fevereiro 07, 2008
Exemplar a todos os níveis
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